
Na última sexta-feira dia 18/12, cumpri minha rotina como normalmente faço ao chegar do trabalho. Comi alguma coisa ‘refletindo’ sobre os acontecimentos do dia, tomei um banho e me conectei com o mundo através da internet, esse ‘facilitador’ dos tempos modernos.
Ao procurar alguns vídeos em um site bastante visitado, me deparei com vários sobre Maísa Silva Andrade, a apresentadora mirim, descoberta no programa de calouros de Raul Gil e dois deles me chamaram muito a atenção: os de Maísa chorando.
Ao se assustar com um garoto maquiado, Maísa começou a chorar e gritar.Após esse acontecido novamente chorou e se machucou ao bater a cabeça numa das câmeras.
Na realidade, nos tempos modernos em que vivemos, até mesmo crianças são utilizadas como fonte de dinheiro e prestigio social, mesmo sendo submetidas a tal situações como essas apresentadas à cima e que tiveram uma grande repercussão em toda a mídia brasileira. Eu escrevo sobre isso somente nesse momento, pois eu já sabia do acontecido porém não tinha visto com meu próprios olhos, portanto não estava comovido como agora.
Não sei se eu já estava “tão à flor da pele” a ponto de ficar emocionado com o que vi ou se associei (inconscientemente), transferindo aquela cena para com a minha sobrinha de atualmente 4 anos de idade, mas aquilo realmente mecheu comigo de uma maneira imensurável e inexplicável.
Entendo o sonho dessa criança em se tornar artista e realmente conseguiu, porém de uma maneira muito precoce (de acordo com a minha opinião). Com apenas 7 anos de idade, Maísa ainda é absolutamente incapaz de decidir o que é bom ou não para ela e qualquer decisão não pensada criteriosamente (e eu ‘digo’ pensar olhando para o amanhã), podem trazer sérios problemas futuramente.
O que mais me deixou impressionado foi a maneira como trataram essa criança, como se fosse um adulto cheio de responsabilidades e sem qualquer tipo de medo, constrangendo-a de uma maneira desagradável e “desumana” para uma criança. Com a ajuda da platéia do programa, gritam “MEDROSA, MEDROSA”, expondo a criança – publicamente- ao medo, susto, pânico e até mesmo à dor fisica – ao bater com a cabeça na câmera.
Deixando bem claro que o meu intuito ao escrever tudo isso é apenas expor as minhas opiniões, os meus delírios, aquilo que eu acho certo ou errado de acordo com minhas crenças de percepções,valores e não criticar a maneira como educam a criança, muito menos como a tratam ‘profissionalmente’, mesmo que indiretamente eu venha a fazer isso. O intuito é apenas deixar explicíto nesse blog os meus pensamentos diários, e esse é um dos que estão em minha mente neste momento.
Voltando ao assunto principal desse aparente texto, alegando dor na cabeça devido a batida com a câmera, Maísa queria sair dos palcos e ir com a mãe, pois dizia estar doendo muito. Claro que estava doendo devido a fragilidade da apresentadora mirim, porém a criança utilizou isso como um pretexto maior para sair daquela situação (inconscientemente falando, ou melhor, escrevendo) e acabar com toda aquele episódio.
O que mais me impressionou em alguns dos videos que eu vi, foi a frieza, a “dura” relação entre patrão e empregado que havia, sendo que, mesmo estando trabalhando, ela não deixa de ser apenas uma menina de 7 anos de idade, sem muita maturidade em vários aspectos e isso deveria ser entendido por ambas as partes, tanto a contratante, tanto a que responde pela contratada.
Não digo que isso trará várias consequências num futuro para a “garota prodígio”, e sim apenas que foi uma falta de respeito para com a menina e também para quem assistia a programação.
Antes de tudo, eu era fã do programa e ainda continuo sendo fã dessa garota que realmente impressiona com a sua capacidade diante das câmeras, e o que fazer sobre essa situação, já foi ou será feita por órgãos competentes.
Em suma, fico apenas triste com algumas atitudes humanas e de fato, não ter nascido bicho é minha eterna nostalgia.
Sucesso Maísa.
Ao procurar alguns vídeos em um site bastante visitado, me deparei com vários sobre Maísa Silva Andrade, a apresentadora mirim, descoberta no programa de calouros de Raul Gil e dois deles me chamaram muito a atenção: os de Maísa chorando.
Ao se assustar com um garoto maquiado, Maísa começou a chorar e gritar.Após esse acontecido novamente chorou e se machucou ao bater a cabeça numa das câmeras.
Na realidade, nos tempos modernos em que vivemos, até mesmo crianças são utilizadas como fonte de dinheiro e prestigio social, mesmo sendo submetidas a tal situações como essas apresentadas à cima e que tiveram uma grande repercussão em toda a mídia brasileira. Eu escrevo sobre isso somente nesse momento, pois eu já sabia do acontecido porém não tinha visto com meu próprios olhos, portanto não estava comovido como agora.
Não sei se eu já estava “tão à flor da pele” a ponto de ficar emocionado com o que vi ou se associei (inconscientemente), transferindo aquela cena para com a minha sobrinha de atualmente 4 anos de idade, mas aquilo realmente mecheu comigo de uma maneira imensurável e inexplicável.
Entendo o sonho dessa criança em se tornar artista e realmente conseguiu, porém de uma maneira muito precoce (de acordo com a minha opinião). Com apenas 7 anos de idade, Maísa ainda é absolutamente incapaz de decidir o que é bom ou não para ela e qualquer decisão não pensada criteriosamente (e eu ‘digo’ pensar olhando para o amanhã), podem trazer sérios problemas futuramente.
O que mais me deixou impressionado foi a maneira como trataram essa criança, como se fosse um adulto cheio de responsabilidades e sem qualquer tipo de medo, constrangendo-a de uma maneira desagradável e “desumana” para uma criança. Com a ajuda da platéia do programa, gritam “MEDROSA, MEDROSA”, expondo a criança – publicamente- ao medo, susto, pânico e até mesmo à dor fisica – ao bater com a cabeça na câmera.
Deixando bem claro que o meu intuito ao escrever tudo isso é apenas expor as minhas opiniões, os meus delírios, aquilo que eu acho certo ou errado de acordo com minhas crenças de percepções,valores e não criticar a maneira como educam a criança, muito menos como a tratam ‘profissionalmente’, mesmo que indiretamente eu venha a fazer isso. O intuito é apenas deixar explicíto nesse blog os meus pensamentos diários, e esse é um dos que estão em minha mente neste momento.
Voltando ao assunto principal desse aparente texto, alegando dor na cabeça devido a batida com a câmera, Maísa queria sair dos palcos e ir com a mãe, pois dizia estar doendo muito. Claro que estava doendo devido a fragilidade da apresentadora mirim, porém a criança utilizou isso como um pretexto maior para sair daquela situação (inconscientemente falando, ou melhor, escrevendo) e acabar com toda aquele episódio.
O que mais me impressionou em alguns dos videos que eu vi, foi a frieza, a “dura” relação entre patrão e empregado que havia, sendo que, mesmo estando trabalhando, ela não deixa de ser apenas uma menina de 7 anos de idade, sem muita maturidade em vários aspectos e isso deveria ser entendido por ambas as partes, tanto a contratante, tanto a que responde pela contratada.
Não digo que isso trará várias consequências num futuro para a “garota prodígio”, e sim apenas que foi uma falta de respeito para com a menina e também para quem assistia a programação.
Antes de tudo, eu era fã do programa e ainda continuo sendo fã dessa garota que realmente impressiona com a sua capacidade diante das câmeras, e o que fazer sobre essa situação, já foi ou será feita por órgãos competentes.
Em suma, fico apenas triste com algumas atitudes humanas e de fato, não ter nascido bicho é minha eterna nostalgia.
Sucesso Maísa.

